A Quercus tem várias aves que precisam de ajuda para que consigam recuperar e sejam devolvidas ao seu habitat natural. Porém, para que isto aconteça os três centros de recuperação geridos por esta ONGA (Organização Não Governamental Ambiental) precisam de dinheiro para colmatarem os custos elevados que o processo de recuperação da vida selvagem implica.
Os centros de Castelo Branco, de Montejunto e de Santo André estão a operar como verdadeiros hospitais e são mantidos sobretudo por voluntários que não olham a esforços para ajudarem os animais a voltarem à sua "casa".
Baseando-se na experiência que o Jardim Zoológico de Lisboa tem tido com os apadrinhamentos de animais, a Quercus decidiu apostar numa campanha similar. Se resultar, os padrinhos estão a contribuir para um trabalho mais eficiente, com mais e melhores meios nestes centros.
As famílias e pessoas que aderirem a esta campanha tornam-se desta forma um membro activo na dinamização da recuperação de animais selvagens em Portugal. Para prová-lo, recebem um certificado, uma fotografia do afilhado, informação sobre a recuperação do animal em causa e poderão assistir à sua libertação.
Assim, de uma forma indirecta e só com um gesto está a ajudar animais selvagens que precisam de assistência para sobreviverem. |